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Conheça alguns golpes

Muitos dizem ser criadores e terem canil mas a grande verdade é que como o Cane Corso Italiano não e um cão barato, em nenhum quesito… Ele também foi descoberto por golpistas e aproveitadores, que fazem de tudo para conseguir seu dados e dinheiro, isso quando o crime para por aí.

Por isso abaixo listamos alguns acontecimentos que podem lhe tornar mais atento a alguns detalhes, quando te oferecem por uma pechincha…

Canil mesmo ?

Quem tem canil, é filiado a algum clube, por exemplo Sobraci.

A Sobraci facilita e muito a vida dos compradores, deixando em seu site, na pagina inicial um local de busca de CANIL, aonde você poe o nome do canil e é apontado o numero de registro do mesmo.

Isso ajuda, pois muitos tentam “revender” essa raça, e para isso, alguns acabam se associado a oportunistas, que cruzam animais com muitos problemas genéticos, ate mesmo irmãos afim de conseguir os filhotes, muitos de saúde comprometida, afim de vende los a preços bem baixos.

Os preços baixos recebem as seguintes justificativas;

“Vou encerrar meu canil, por isso é tao baratinho inho inho “

“ Não te conheço, mas gostei de você, vem buscar hoje, te vendo por um precinho bem legal…”

“ Não tenho pedigree, se quiser é mais R$ 200,00 “

“ É de um amigo meu… que não mora mais aqui e deixou para eu vender “

“ Meus funcionários não cuidam direito do canil, por isso essa é a ultima ninhada “

Sites que não tem o .com.br

Alguns sites não tem o .com.br o que é um risco, pois alguns são impossíveis de localizar seus proprietários.
Eles geralmente adiam sempre a visita, e vc nunca pode ver os filhotes, por esse ou aquele motivo, mas oferecem para você fazer a reserva via site…
Isso geralmente não passa de um golpe, você perde o dinheiro e não recebe o cão.

Gato por lebre ( Foto de um, entrega de um outro )

Infelizmente não incomum é a compra de cães, que parecem ter lindos pais, porem a pos a compra, com o decorrer dos anos, algo estranho ocorre…
O cao não fica “cabeçudo” parece menor, parece mais magro… tem um temperamento que distoa de um cao de guarda… As vezes demora, mas a ficha cai, que seu CANE CORSO, não é um bom exemplar da raça, e pode ate mesmo ser um CANE LATA (SRD – sem raça definida).

Fotos e mais fotos...

As fotos são tiradas de outros criadores, nós mesmos somos constantemente assediados por esse tipo de gente, que sempre coloca fotos de nossos cães em sites diversos, como sites de compra, conhecidos por alguns, por abrigar os falsários, picaretas e cães de baixa qualidade genética.

Pedigree falso

Alguns pseudo criadores, por vezes procuram canis, para que este, emitam pedigrees ( sim, compram só o papel )… ou seja, não são cães do canil, mas recebem esse documento como se fosse. E pior, geralmente são cães Sem Raça Definida, vendidos como verdadeiros Cane Corso italianos, a única coisa que distoa, é o preço, que é uma pechincha… bem baratinho…
Cães como o Cane Corso Italiano, trazem despesas grandes… e a conta não fecha…
Não é um milagre, muitas vezes é um golpe, mas a lábia do vendedor é encantadora… a tentação de economizar 3 ou 4 mil é tao grande… Parece ser tão honesto pela “foto”
Pois é…

Probleminhas genéticos a vista...

Alguns vendem cães fora de padrão, com doenças articulares afim de “não perder” dinheiro, colocando preços incrivelmente baixos, e sempre encontrando alguém que pague para ver…
A seleção genética de cães é algo complexo e exige uma gama de profissionais para que ocorra a evolução e busca da perfeição, mas alguns abdicam desse trabalho afim de “girar” o mais rápido possível os filhotes.

A Sindrome de Canil

Alguns donos de canil, acham que só os cães de sua propriedade estão aptos a latir, a rosnar, a correr, morder, mijar… ou outras coisas comuns a cães…
Eles acham que só o cao que parte “dele” é Cane Corso, que só ele consegue ter recursos para manter um canil, só ele é isso, só ele é aquilo.. é tanta ladainha que dá ate sono de ouvir o discurso.
Só faltam se auto intitularem GURUS DA RAÇA CANE CORSO…
A verdade é que não existe mágica na criação…
Empenho, investimento e seleção genética são fundamentais, porem nem todos conseguem esses parâmetros ou os levam a sério.

Sarna de ouvido

Otodectes cynotis. 

A sarna otodécica é popularmente conhecida como sarna de ouvido. Este tipo de sarna é muito comum em cães e gatos, se apresenta como uma enfermidade restrita ao conduto auditivo.

 

A sarna de ouvido é causada pelo ácaro Otodectes cynotis. Esse gênero de ácaro habita o conduto auditivo de varias espécies animais, principalmente cães e gatos. A transmissão desse tipo de sarna ocorre através do contato direto com animais infestados. Os ácaros alimentam-se de restos epidérmicos e fluidos teciduais da epiderme.

As infestações agudas estão associadas à agitação da cabeça e escoriações. A presença dos ácaros está associada à coceira constante. O excesso de cera e o traumatismo causado pelo ato de coçar fazem com que os animais desenvolvam otite externa, que apresenta uma descarga ceruminosa castanho-escura, causa dor e agrava o desconforto.

As otites externas podem ser agravadas pela proliferação de microorganismos como bactérias e leveduras. O diagnóstico presuntivo baseia-se no comportamento do animal e na presença de cerúmen. A confirmação é feita através da observação do ácaro no interior da orelha com auxílio de um otoscópio ou pela remoção do cerúmen e observação em lupa do material sob uma superfície escura, onde os ácaros aparecerão como partículas esbranquiçadas móveis.

O tratamento consiste na limpeza do ouvido com remoção de cerúmen e aplicação de produtos parasiticida tópicos, além de produtos que contenha antibiótico e antifúngico para aqueles animais que apresentarem infecção secundária.

A piretrina como o princípio ativo mais utilizado, nas medicações para esse pequeno e incomodo problema. O mecanismo de ação da piretrina é atacar o sistema nervoso central dos parasitas.

No entanto, a piretrina deve se utilizar com muito cuidado em filhotes, por isso, a atenção e prescrição veterinária são imprescindíveis.

Devido à facilidade de contágio dos ácaros, qualquer outro pet que viva em casa deve ser tratado para evitar uma infestação.

Humanos não são infectados por esse acaro.

É importante manter o animal acometido isolado do restante dos animais além de higienizar os objetos utilizados por ele e o ambiente.

Em nosso canil, adotamos uma rotina com produtos de alta tecnologia, somados a higienização de todos os espaços com vassoura de fogo e amônia quaternária, garantindo assim filhotes livres desse tipo de problema.

Parvovirose

O parvovírus canino (CPV) tipo 2 é considerado um importante causador de enterite viral em cães, podendo estar associado a altos níveis de mortalidade em animais não tratados

No Brasil, os primeiros surtos de infecção pelovírus ocorreram por volta de 1980, atingindo cães detodas as idades
Atualmente, a parvovirose canina é considerada uma doença endêmica no país,apresentando caráter extremamente contagioso e acometendo, principalmente, animais jovens, com até 6meses de idade, não vacinados e/ouimunossuprimidos.

O vírus da parvovirose canina, inicialmentenomeado CPV-2, sofreu modificações genéticas ao longo dos anos, dando origem a novos subtipos virais denominados CPV-2a, e CPV-2b5.

Adicionalmente, por volta dos anos 2000, o surgimento de uma nova variante, denominada CPV-2c, foi descrita.

No Brasil,existem relatos da circulação dos três subtipos, sendo o sub tipo CPV-2b o mais frequentemente isolado, e,portanto, utilizado para produção de vacinas.

A infecção pelo CPV-2 pode levar ao surgimento de quadros de gastroenterite hemorrágica, caracterizados por sinais de prostração, anorexia, vômitos, diarreia, predominantemente hemorrágica, dor abdominal, desidratação, hipovolemia e choque.

O diagnóstico clínico (histórico e sinais clínicos) de parvovirose é apenas sugestivo, uma vez que os sinais clínicos são inespecíficos e podem ser confundidos com outras doenças.

Para diagnóstico definitivo podem ser utilizados vários métodos laboratoriais.

O tratamento para a doença baseia-se no controle dos sinais clínicos através da reposição de fluidos e eletrólitos, antieméticos, antibioticoterapia de amplo espectro e, até mesmo, antivirais.
A parvovirose canina é uma doença infectocontagiosa causada pelo parvovírus canino tipo2 (CPV-2).

A enfermidade caracteriza-se pelo aparecimento de quadro de gastroenterite hemorrágica, podendo estar associada a altos níveis de mortalidade em animais não tratados.

Os primeiros relatos da doença foram descritos nos Estados Unidos em 1978, acometendo cães de diferentes idades que apresentavam sinais clínicos de enterite e miocardite.

Após a primeira descrição, a doença foi diagnosticada simultaneamente em vários países, causando enfermidade grave e aguda na população canina em geral.

No Brasil, os primeiros surtos de parvovirose canina ocorreram por volta de 1980, atingindo cães de todas as idades. A partir daquele ano, a doença tornou-se endêmica no país.

O agente etiológico da doença, o parvo vírus canino tipo 2 (CPV-2), pertence à família Parvoviridae.

Os vírions são altamente resistentes à inativação, podendo permanecer viáveis por meses ou anos em temperatura ambiente. As partículas virais não são inativadas pela maioria dos desinfetantes, porém, o hipoclorito de sódio em contato com o vírus por um tempo prolongado é eficiente para a inativação do mesmo.

No Brasil, existem relatos da circulação des três subtipos e, embora os sinais clínicos relacionados à infecção pelos três sejam praticamente os mesmos, estudos relatam que a infecção causada pelo CPV-2 apresenta forma clínica mais severa da doença e maiores taxas de mortalidade, podendo, inclusive, se instalar em cães adultos, mesmo com protocolo vacinal atualizado

O CPV-2 é um vírus altamente contagioso, estando relacionado a elevadas taxas de morbidade e mortalidade.

Cães de qualquer idade, gênero ou raça podem ser acometidos. Cães das raças Labrador,Pastor Alemão, Dobermann, Pinscher, Rottweiler, PitBull Terrier e Springer Spaniel são mais susceptíveis à infecção viral.

Com relação ao gênero, análises epidemiológicas revelam maior prevalência da doença em machos quando comparados às fêmeas.

A maioria das infecções é subclínica e pode acometer animais de qualquer idade, no entanto filhotes, com tempo de vida entre seis semanas e seis meses são os mais susceptíveis.

Saiba mais

Os anticorpos maternais (passivos) são os que previnem os animais contra a infecção nas primeiras semanas de vida (sexta a oitava semana).
No entanto, a janela de susceptibilidade, período em que os anticorpos maternos são insuficientes para proteger da doença, mas em contrapartida bloqueiam o desenvolvimento de uma resposta imune contra a vacina, pode explicar porque alguns animais, mesmo vacinados, adquirem a infecção e desenvolvem a doença.

A infecção viral ocorre, principalmente, por exposição oro nasal às partículas virais presentes nas fezes, fômites ou ambientes contaminados. Equipamentos veterinários, pessoas, animais, insetos e roedores podem atuar como veículos para a propagação do vírus.

A infecção transplacentária é rara. A patogenicidade viral depende da idade, do estado imunológico do animal, da virulência do vírus, da carga viral infectante, bem como de existência prévia de parasitas, bactérias e outras infecções virais.

Após a exposição ao vírus via oro nasal, o mesmo se replica nos tecidos linfóides da orofaringe e, subsequentemente, atinge a corrente sanguínea. Na viremia, mais intensa do primeiro ao quinto dia após a
o vírus se dissemina rapidamente para tecidos com células em rápida divisão celular como, medula óssea, órgãos linfopoiéticos e criptas do jejuno e íleo. A multiplicação viral nos órgãos linfóides resulta em linfopenia e neutropenia, caracterizando um quadro de imunossupressão que pode culminar com a instalação de infecções secundárias por outros agentes infecciosos (vírus, bactérias, fungos ou parasitas). No intestino, a infecção nas células das criptas, cuja função é reporas células do epitélio absortivo das vilosidades intestinais, resulta em achatamento das vilosidades, associado à necrose epitelial e exposição da lâmina própria da mucosa, levando a ruptura de vasos sanguíneos e sangramento intestina. Consequentemente, a diarreia resultante da má absorção intestinal apresenta-se hemorrágica na maioria dos casos. Adicionalmente, as lesões no epitélio intestinal podem favorecer a penetração e/ou absorção de bactérias ou toxinas, levando ao desenvolvimento de um quadro septicêmico.

O período de incubação da doença pode variar de dois a quatorze dias após a infecção. A excreção do vírus para o ambiente se iniciano terceiro ou quarto dia após a infecção e pode durar até vinte dias. Animais que conseguem responder à infecção podem apresentar anticorpos neutralizantes contra o vírus por volta do quinto ou sexto dia após a infecção, diminuindo assim a disseminação virêmica.

Filhotes que são infectados no útero, ou antes de oito semanas de idade, podem desenvolver miocardite devido a danos causadas pela replicação viral no tecidocardíaco.

Esses animais podem apresentar morte súbita ou sinais inespecíficos seguidos de sinais de insuficiência cardíaca. A imunidade passiva é responsável por proteger os filhotes da ocorrência dessa manifestação.

Os sinais de prostração, anorexia e vômito precedem o quadro de diarreia, geralmente em 12 a 24 horas. A diarreia pode ser profusa, hemorrágica e com odor fétido.

Adicionalmente, as alças intestinais podem estar doloridas, sendo possível observar na palpação abdominal do animal. Cães com diarreia associada ou não ao vômito podem apresentar desidratação, hipovolemia, e como consequência, choque hipovolêmico.

Os sinais clínicos iniciais de choque incluem pulso normal ou fraco, taquicardia, tempo de preenchimento capilar aumentado, palidez das mucosas, hipotensão, temperatura corporal baixa e grau de consciência reduzido.

Adicionalmente, podem estar presentes sinais de icterícia, coagulação intravascular disseminada, edema pulmonar devido à síndrome de angústia respiratória no estágio terminal, sepse bacteriana, endotoxemia, choque endotóxico e infecção bacteriana associada à leucopenia. Filhotes caninos com sepse frequentemente desenvolvem hipoglicemia. Os sinais clínicos podem piorar se associados a fatores como estresse, má ventilação, super lotação, más condições sanitárias, infecções secundárias e doenças concomitantes como cinomose canina, corona virose e salmonelose.

O diagnóstico clínico da doença, realizado atravésde dados do histórico do animal, sinais clínicos, exame físico, radiográfico e análise hematológica é apenas sugestivo, uma vez que asalterações encontradas são inespecíficas e podem estar presentes em outras doenças.

No hemograma pode-se observar neutropenia elinfopenia seguidos de leucocitose de rebote com desvio a esquerda na fase de recuperação. Na análise do perfil bioquímico,podem ser encontrados sinais de desidratação, acidose metabólica, hipocalcemia, hipoglicemia e hipoalbuminemia, que podem se tornar mais graves com a persistência do quadro de diarreia.

Tamanho é o problema que economia nenhuma na hora da compra, é capaz de ser vantajosa, por isso criadores procuram sempre o melhor para seus cães.

Sempre consulte um veterinários, pois eles podem lhe ajudar em muito em situações delicadas como essas…
É possível observar a compexidade de lidar com esse vírus e como a higienização do ambiente, conhecimento técnico e bio segurança, podem evitar ninhadas contaminadas… isso tudo gera um enorme custo a qualquer canil… e quando esses cuidados todos são meramente ignorados, o custo operacional é baixo e é obtido cães com baixo valor… Infelizemente preços muito módicos podem trazer surpresas desagradáveis e até traumas … por isso compre seu cão de locais fazem da saúde do filhote a prioridade e não o “baixo preço”

Exclusividades, Garantias e Reservas

 

Nosso canil, tem um compromisso social e com a raça, além de óbvios apaixonados pela raça, temos um posicionamento quanto a garantia dos animais que vai muito além de vacinas…
Todos nossos cães passam por diversas avaliações antes de chegar ate você, e todos com profissionais pontualmente capacitados pois a saúde dos nossos filhotes nos interessa.
Temos como prática o compartilhamento de “know how” com diversos criadores, e com isso, nossos clientes podem ter um porto seguro, tendo a quem recorrer e muitas vezes receber orientações singulares para cada individuo.
Oferecemos garantias contra doenças infecto contagiosas e também não deixamos de oferecer a todos os filhotes, as melhores raçoes, petiscos, suplementos e frutas, sempre com o apoio de uma equipe multidisciplinar.

Política de Reserva

Nosso canil, tem um compromisso social e com a raça, além de óbvios apaixonados pela raça, temos um posicionamento quanto a garantia dos animais que vai muito além de vacinas…

Todos nossos cães passam por diversas avaliações antes de chegar ate você, e todos com profissionais pontualmente capacitados pois a saúde dos nossos filhotes nos interessa.
Temos como prática o compartilhamento de “know how” com diversos criadores, e com isso, nossos clientes podem ter um porto seguro, tendo a quem recorrer e muitas vezes receber orientações singulares para cada individuo.
Oferecemos garantias contra doenças infecto contagiosas e também não deixamos de oferecer a todos os filhotes, as melhores raçoes, petiscos, suplementos e frutas, sempre com o apoio de uma equipe multidisciplinar.
Voce pode realizar sua pré reserva, que entraremos em contato, tao logo a femea estiver com sua gestação confirmada. Caso tenha desistido, basta nos informar a qualquer momento.
Reserva; Após o nascimento você é informado e pode realizar o deposito de 20% do valor do Cane Corso Italiano, Voce recebera uma vídeo chamada aonde escolherá o seu filhote que sera marcado por nossa equipe…
Compra e Retirada; Com o agendamento feito, você recebe luvas e passa por alguns protocolos de bio segurança, antes de pegar seu novo membro da família…
O Cane é sempre liberado somente após o pagamento integral

Dúvidas comuns

(ou nem tão comuns assim)

1. Se dão bem com outros cães, que já residem conosco ?

Sim, a socialização deles deve ser gradual. Alguns adestradores, orientam a por um pano, com cheiro do filhote com os cães já existentes.
Quando filhotes os Canes são facilmente moldáveis.

2. Moro em um apartamento de 61 metros quadrados, posso adquirir sem medo ?

Não, não compre… seu apartamento, não comporta um cane corso, além disso, eles não podem ficar em ambientes escorregadios o dia todo, isso traz problemas ortopédicos e doenças como displasia coxo fermural.

3. A vacina nacional, é mais “barata” posso utilizar ela para completar o cronograma vacinal?

Não, nossa equipe multi disciplinar de veterinários, são unânimes em afirmar que a vacina importada é, de longe, a de melhor resultado.

4. Essa cão serve para guarda ?

Sim, nossos cães tem a genética aprimorada, justamente para desenvolverem a função de proteção e guarda. Tanto o macho como a femea, podem desenvolver essa função. Lembre se que um adestrador competente poder ajudar muito nessas situações.

5. Displasia coxo fermural pode ser causada por porcelanato esmaltado ?

Sim, pisos muito escorregadios, podem gerar problemas articulares como a displasia coxo fermural. Essa doença é 33% genética e 66% ambiental. Ou seja, manter o cao em local nessas condições é grande a chance de desenvolver a doença.

6. Os Cane Corsos aprendem com facilidade ?

Sim, gostam de desafios e gostam de aprender sempre.

7. Quero um filhote com orelha e rabo cortado.

No Brasil é proibida essa cirurgia.

8. Posso comprar um cane corso com mais de 6 meses ?

Sim, porém serão necessários alguns cuidados e algum adestramento, pois com 6 meses já são uns cabritos que adoram correr e brincar… derrubam tudo o que tem pela frente e nem percebem… Com essa idade já tem o quadro vacinal completo e terá menos riscos de doenças infecto contagiosas.]

9. Os Cane Corsos Soltam muitos pelos ?

Se forem escovados periodicamente soltam poucos pelos. Existe fases na vida, que trocam de pelos, nesse momento cai bem mais do que o normal.

10. A cor influencia no comportamento do Cane Corso ?

Não, não influencia em nada… todas as cores tem o mesmo comportamento… mas em uma ninhada, sempre tem o MAIS GULOSO, o MAIS ENCREQUEIRO, o mais curioso, converse com o criador e iremos lhe apontar aonde se encontra mais esse comportamento, já no filhote.

11. Preciso ter um Cane Corso que seus antepassados tiveram algum tipo de premiação ?

De fato não, pois isso não diz absolutamente nada.

Existem ate alguns criadores, que entendem que esses locais fazem uma salada genética tao grande, que o Cane Corso acaba mais parecendo um boxer do que um verdadeiro Cane Corso além de comportamentos indesejados e desequilibrados e que o “standard” traz defeitos como qualidades.

 

12. Eu mesmo, posso iniciar o adestramento ?

Sim, e ate iremos compartilhar com você algumas orientações sobre esse assunto, além de uma apostila. Os Canes Corsos de nosso canil adoram ser estimulados, desafiados… Entendem toda a aula como uma brincadeira e por isso aprendem muito rápidos. 
Com pouco tempo você ira com certeza, um adestrador profissional para ir aumentando o grau de dificuldade dos exercícios e também tornando os mais complexos… Seu Cane Corso Italiano vai adorar !

 

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